quarta-feira, 24 de agosto de 2011
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
PROJETO ARTESANATO
ALUNOS DA ESCOLA DOM JOSE SELVA ESTÃO TENDO AULAS DE PINTURA E BORDADO VEJA AS FOTOS
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Palestra sobre Higiene e Saúde
Palestra realizada pelos alunos da UFMT a convite do PSF/Campinas dia 30/05 Clic e veja o conteudo
Apresentação grupo Abracadabra
O grupo Abracadabra apresentou no dia 03/06 na escola Dom Jose Selva, a direção agradece aos alunos e professores
segunda-feira, 30 de maio de 2011
REUNIÃO COM OS PAIS
ACONTECEU NA ESCOLA DOM JOSE SELVA A REUNIÃO BIMESTRAL COM OS PAIS, NA QUAL FOI APRESENTADO AS AÇÕES DESENVOLVIDAS PELA ESCOLA NO ANO DE 2011. CLIC AQUI E VEJA O CONTEÚDO
sexta-feira, 22 de abril de 2011
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Alunos da Escola Estadual Dom José Selva de Barra do Garças vencem Campeonato de Atletismo Sul-Americano de Cross Country e Campeonato Goiano 2011.
| Víctor Vinícius da Silva |
| Irailton Tsere'wo |
Víctor Vinícius da Silva, 15 anos, é aluno da rede estadual de ensino, matriculado neste ano letivo de 2011, no III Ciclo 3ª Fase A, turno matutino, na Escola Estadual Dom José Selva , Barra do Garças – MT. No dia 20 de fevereiro de 2011, o atleta Víctor conquistou a medalha de ouro no Campeonato Sul-Americano de Cross Country, prova masculina 4Km, realizada em Assunção, no Paraguai. Já no último dia 09 de abril, venceu mais uma prova. Dessa vez, na cidade de Goiânia, na prova de 5Km.
O outro Atleta é o aluno Irailton Tsere’wo, 14 anos, também aluno dessa Escola, matriculado no III Ciclo 2ª Fase A, turno matutino. Irailton no dia 07 de Abril deste ano conquistou a medalha de ouro na cidade de Goiânia na prova masculina de 1000m. Os dois atletas, juntamente com a comunidade escolar, sentem-se felizes com essas vitórias, agradecendo a Deus, a família e ao treinador deles, professor Severino dos Santos, o qual os ajudou muito nessas conquistas.
domingo, 3 de abril de 2011
25 MANEIRAS DE CONQUISTAR SEU ALUNO
De acordo com uma pesquisa, apenas um a cada quatro alunos do 6o. ano ao ensino médio dizem que as suas escolas oferecem um ambiente acolhedor. Esta constatação é surpreendente !!!
Como podemos inspirar os alunos a mostrar empatia uns pelos outros, se nós falhamos em mostrar isso em nós.
Na verdade, nós nos importamos muito, porém nosso foco está centrado apenas no desenvolvimento acadêmico e acabamos por ignorar os pequenos gestos que demonstram carinho.
Interessante dizer que, o menor caminho para o sucesso acadêmico de muitos alunos é através dos seus corações. Eles não se importam com quanto nós sabemos, o que eles querem saber é o quanto nós nos importamos.
Aqui vão 25 dicas que, se praticadas diariamente, garantirão o seu nome no Hall da Fama junto aos Alunos, Pais e Direção da Escola.
♥ Aprenda o nome dos seus alunos
♥ Lembre a data de aniversário deles
♥ Pergunte como eles estão e/ou como se sentem
♥ Olhe nos olhos quando conversar com eles
♥ Ria junto com eles
♥ Diga-lhes o quanto você gosta de estar com eles
♥ Encoraje-os a pensar grande
♥ Incentive-os a persistirem e celebre os resultados
♥ Compartilhe do entusiasmo deles
♥ Quando estiverem doentes envie uma carta ou um bilhete
♥ Ajude-os a tornarem-se experts em algo
♥ Elogie mais e critique menos
♥ Converse a respeito dos sonhos ou do que os afligem
♥ Respeite-os sempre
♥ Esteja sempre disponível para ouví-los
♥ Apareça nos eventos que eles realizarem
♥ Encontre interesses em comum
♥ Desculpe-se quando fizer algo errado
♥ Ouça a música favorita deles com eles
♥ Acene e sorria quando estiver longe
♥ Agradeça-os
♥ Deixe claro o que você gosta neles
♥ Recorte figuras, artigos de revistas que possam interessá-los
♥ Pegue-os fazendo algo certo e cumprimente-os por isso
♥ Dê-lhes sua atenção individual
PROFESSOR, esses 25 comportamentos traduzem a essência do que é criar um relacionamento baseado no amor e não na nota bimestral. Coloque em prática essas dicas e veja a mudança no comportamento dos seus alunos.
ROSELI BRITO - Pedagoga - Psicipedagoga - Neuroeducadora - Coach
Retirado do grupo do Google "Professores Solidários"
Como podemos inspirar os alunos a mostrar empatia uns pelos outros, se nós falhamos em mostrar isso em nós.
Na verdade, nós nos importamos muito, porém nosso foco está centrado apenas no desenvolvimento acadêmico e acabamos por ignorar os pequenos gestos que demonstram carinho.
Interessante dizer que, o menor caminho para o sucesso acadêmico de muitos alunos é através dos seus corações. Eles não se importam com quanto nós sabemos, o que eles querem saber é o quanto nós nos importamos.
Aqui vão 25 dicas que, se praticadas diariamente, garantirão o seu nome no Hall da Fama junto aos Alunos, Pais e Direção da Escola.
♥ Aprenda o nome dos seus alunos
♥ Lembre a data de aniversário deles
♥ Pergunte como eles estão e/ou como se sentem
♥ Olhe nos olhos quando conversar com eles
♥ Ria junto com eles
♥ Diga-lhes o quanto você gosta de estar com eles
♥ Encoraje-os a pensar grande
♥ Incentive-os a persistirem e celebre os resultados
♥ Compartilhe do entusiasmo deles
♥ Quando estiverem doentes envie uma carta ou um bilhete
♥ Ajude-os a tornarem-se experts em algo
♥ Elogie mais e critique menos
♥ Converse a respeito dos sonhos ou do que os afligem
♥ Respeite-os sempre
♥ Esteja sempre disponível para ouví-los
♥ Apareça nos eventos que eles realizarem
♥ Encontre interesses em comum
♥ Desculpe-se quando fizer algo errado
♥ Ouça a música favorita deles com eles
♥ Acene e sorria quando estiver longe
♥ Agradeça-os
♥ Deixe claro o que você gosta neles
♥ Recorte figuras, artigos de revistas que possam interessá-los
♥ Pegue-os fazendo algo certo e cumprimente-os por isso
♥ Dê-lhes sua atenção individual
PROFESSOR, esses 25 comportamentos traduzem a essência do que é criar um relacionamento baseado no amor e não na nota bimestral. Coloque em prática essas dicas e veja a mudança no comportamento dos seus alunos.
ROSELI BRITO - Pedagoga - Psicipedagoga - Neuroeducadora - Coach
Retirado do grupo do Google "Professores Solidários"
terça-feira, 22 de março de 2011
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Como utilizar a Internet na educação
José Manuel Moran
Resumo
Relato e análise de experiências pessoais e institucionais que utilizam a Internet na educação presencial como pesquisa, apoio ao ensino e como comunicação. Avalia os avanços e problemas que estão acontecendo atualmente e mostra que a Internet é mais eficaz, quando está inserida em processos de ensino-aprendizagem e de comunicação que integram as dimensões pessoais, as comunitárias e as tecnológicas.
Palavras-chave
Internet; Educação; Pesquisa; Comunicação.
INTRODUÇÃO
A Internet está explodindo como a mídia mais promissora desde a implantação da televisão. É a mídia mais aberta, descentralizada, e, por isso mesmo, mais ameaçadora para os grupos políticos e econômicos hegemônicos. Aumenta o número de pessoas ou grupos que criam na Internet suas próprias revistas, emissoras de rádio ou de televisão, sem pedir licença ao Estado ou ter vínculo com setores econômicos tradicionais. Cada um pode dizer nela o que quer, conversar com quem desejar, oferecer os serviços que considerar convenientes. Como resultado, começamos a assistir a tentativas de controlá-la de forma clara ou sutil.
A distância hoje não é principalmente a geográfica, mas a econômica (ricos e pobres), a cultural (acesso efetivo pela educação continuada), a ideológica (diferentes formas de pensar e sentir) e a tecnológica (acesso e domínio ou não das tecnologias de comunicação). Uma das expressões claras de democratização digital se manifesta na possibilidade de acesso à Internet e em dominar o instrumental teórico para explorar todas as suas potencialidades.
A Internet também está explodindo na educação. Universidades e escolas correm para tornar-se visíveis, para não ficar para trás. Uns colocam páginas padronizadas, previsíveis, em que mostram a sua filosofia, as atividades administrativas e pedagógicas. Outros criam páginas atraentes, com projetos inovadores e múltiplas conexões.
A educação presencial pode modificar-se significativamente com as redes eletrônicas. As paredes das escolas e das universidades se abrem, as pessoas se intercomunicam, trocam informações, dados, pesquisas. A educação continuada é otimizada pela possibilidade de integração de várias mídias, acessando-as tanto em tempo real como assincronicamente, isto é, no horário favorável a cada indivíduo, e também pela facilidade de pôr em contato educadores e educandos.
Na Internet, encontramos vários tipos de aplicações educacionais: de divulgação, de pesquisa, de apoio ao ensino e de comunicação. A divulgação pode ser institucional - a escola mostra o que faz - ou particular - grupos, professores ou alunos criam suas home pages pessoais, com o que produzem de mais significativo. A pesquisa pode ser feita individualmente ou em grupo, ao vivo - durante a aula - ou fora da aula, pode ser uma atividade obrigatória ou livre. Nas atividades de apoio ao ensino, podemos conseguir textos, imagens, sons do tema específico do programa, utilizando-os como um elemento a mais, junto com livros, revistas e vídeos. A comunicação ocorre entre professores e alunos, entre professores e professores, entre alunos e outros colegas da mesma ou de outras cidades e países. A comunicação se dá com pessoas conhecidas e desconhecidas, próximas e distantes, interagindo esporádica ou sistematicamente.
As redes atraem os estudantes. Eles gostam de navegar, de descobrir endereços novos, de divulgar suas descobertas, de comunicar-se com outros colegas. Mas também podem perder-se entre tantas conexões possíveis, tendo dificuldade em escolher o que é significativo, em fazer relações, em questionar afirmações problemáticas.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Entenda o que é o Ideb
O Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) é a "nota" do ensino básico no país. Numa escala que vai de 0 a 10, o MEC (Ministério da Educação) fixou a média 6, como objetivo para o país a ser alcançado até 2021.
O indicador é calculado a partir dos dados sobre aprovação escolar, obtidos no Censo Escolar (ou seja, com informações enviadas pelas escolas e redes), e médias de desempenho nas avaliações do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), o Saeb – para os Estados e o Distrito Federal, e a Prova Brasil – para os municípios.
Criado em 2007, o Ideb serve tanto como dignóstico da qualidade do ensino brasileiro, como baliza para as políticas de distribuição de recursos (financeiros, tecnológicos e pedagógicos) do MEC. Se uma rede municipal, por exemplo, obtiver uma nota muito ruim, ela terá prioridade de recursos.
O índice é divulgado a cada dois anos.
Chegou-se a esse número com base na média das notas de proficiência dos países desenvolvidos da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), uma organização internacional e intergovernamental que agrupa os países mais industrializados da economia do mercado.
"A ideia é chegar na média dos bons", explica Reynaldo Fernandes, professor da USP (Universidade de São Paulo) e esx-presidente do Inep. O Ideb foi criado na gestão de Fernandes à frente do instituto.
"A nota 10, de fato, seria a excelência, como na vida escolar", explica Reynaldo. "Um país como a Finlândia [cujo sistema educacional é reconhecido como um dos melhores do mundo] teria 7,5 [de nota comparável com Ideb]
O indicador é calculado a partir dos dados sobre aprovação escolar, obtidos no Censo Escolar (ou seja, com informações enviadas pelas escolas e redes), e médias de desempenho nas avaliações do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), o Saeb – para os Estados e o Distrito Federal, e a Prova Brasil – para os municípios.
Criado em 2007, o Ideb serve tanto como dignóstico da qualidade do ensino brasileiro, como baliza para as políticas de distribuição de recursos (financeiros, tecnológicos e pedagógicos) do MEC. Se uma rede municipal, por exemplo, obtiver uma nota muito ruim, ela terá prioridade de recursos.
O índice é divulgado a cada dois anos.
Por que meta de 6
O objetivo do MEC é que o Brasil atinja nota 6 nas avaliações de 2021 -- as notas serão divulgadas em 2022, ano do bicentenário da Independência do Brasil.Chegou-se a esse número com base na média das notas de proficiência dos países desenvolvidos da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), uma organização internacional e intergovernamental que agrupa os países mais industrializados da economia do mercado.
"A ideia é chegar na média dos bons", explica Reynaldo Fernandes, professor da USP (Universidade de São Paulo) e esx-presidente do Inep. O Ideb foi criado na gestão de Fernandes à frente do instituto.
"A nota 10, de fato, seria a excelência, como na vida escolar", explica Reynaldo. "Um país como a Finlândia [cujo sistema educacional é reconhecido como um dos melhores do mundo] teria 7,5 [de nota comparável com Ideb]
domingo, 10 de outubro de 2010
Professor mantém seu próprio site
O professor Arimatéia mantém uma página na internet, de onde orienta o aluno sobre questões, provas e simulados, disponibiliza material didático e links de sites importantes para pesquisa e onde o aluno ainda pode baixar vídeos de suas aulas. Ele corrige provas por e-mail e remete de volta aos alunos com as devidas observações. Além do mais, acrescenta ele, "costumo trocar ideias com os alunos através de sites de relacionamento como algumas comunidades de pré-vestibulandos do Orkut e no MSN, esclarecendo dúvidas e ainda disponibilizando nesses sites muitas apostilas em PDF e Power Point". Mas ele alerta para a pesquisa simples feita no Google, ou outros sites de busca, onde basta digitar uma palavrinha 'mágica', que na telinha aparecem inúmeras alternativas sobre o assunto. "A busca nos sites pode até parecer um caminho fácil, mas é bom lembrar que pode levar o estudante a algum material com simplificações grosseiras, textos mal escritos e informações pouco confiáveis e pode não levar necessariamente ao verdadeiro aprendizado. Por isso, é importante fazer uma busca orientada por professores especialistas", conclui.
Dicas
É importante na pesquisa:
-Procurar auxílio de professores
-Avaliar a qualidade dos dados oferecidos nos sites de busca
- Filtrar bem as informações, contrastando com outros sites
- Ter a certeza que números e datas conferem
-l Ficar atento não somente ao conteúdo dos textos, mas às fontes e ao currículo do autor
Dicas
É importante na pesquisa:
-Procurar auxílio de professores
-Avaliar a qualidade dos dados oferecidos nos sites de busca
- Filtrar bem as informações, contrastando com outros sites
- Ter a certeza que números e datas conferem
-l Ficar atento não somente ao conteúdo dos textos, mas às fontes e ao currículo do autor
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Professores premiados colocaram em prática conhecimentos de sala de aula
Da Redação
Em São Paulo
Uma das professoras –Jandira Stand, de São Paulo– percebeu que seus alunos, apesar de, em tese, estarem alfabetizados, tinham produções escritas de baixa qualidade. Como fazer, então, para que eles se interessassem pela produção de textos? A docente resolveu, então, montar um projeto de leitura e escrita de fábulas. Com isso, ela conseguiu melhorar o desempenho dos alunos na área.
Um outro exemplo bem sucedido de aplicações práticas é o da professora Silvia Ulisses de Jesus, de Belo Horizonte –e, no caso dela, desde cedo: ela trabalha com crianças de 4 a 18 meses em um berçário da cidade. Silvia fez com que os pequenos tivessem múltiplas experiências, com desenho, pintura, espelhos, entre outros, para que desenvolvessem sua capacidade comunicativa.
O resultado se fez notar pouco tempo depois: algumas crianças passaram a engatinhar mais e outras começaram a balbuciar palavras e até a falar. Segundo a professora, o trabalho teve resultado até na saúde delas, já que ficaram menos doentes ao usarem o espaço exterior com mais frequência.
A professora de educação infantil Lisiane Oster, de Ijuí (RS), usou três caminhos para ensinar aos alunos, de 5 e 6 anos, os sistemas de numeração. Na primeira etapa, montou um “Super Trunfo” –jogo de cartas em que vence quem tiver o maior (ou menor, dependendo da regra) número em uma categoria. Foram utilizadas três medidas: peso, altura e número do sapato dos estudantes.
Depois, ela dividiu os alunos em grupos e pediu que cada um colecionasse um objeto, como, por exemplo, folhas e chaves fora de uso. Assim, eles passaram a lidar com contagens maiores. Para finalizar a atividade, as crianças analisaram jogos de percurso e montaram seus próprios, após definirem a sequência de números e a variedade de temas.
Os prêmios serão entregues no dia 18 de outubro, em São Paulo. No evento, um deles será escolhido como Educador do Ano de 2010.
http://educacao.uol.com.br/ultnot/2010/09/27/professores-premiados-colocaram-em-pratica-conhecimentos-de-sala-de-aula.jhtm
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